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Criada a Frente Parlamentar da Medicina

Entidades médicas de todo país e vários parlamentares aprovaram, na última terça (09), a criação da Frente Parlamentar da Medicina (FPMed) em reunião realizada na Câmara dos Deputados, em Brasília. Do estado do Pará, diversas entidades enviaram representantes à reunião, considerada a maior mobilização da área médica jamais reunida na Câmara. Pelo Sindmepa, participou o diretor Lafayette Esteves Monteiro. A médica Cléa Bichara, da Sociedade Médico-Cirúrgica do Para (SMCP), representou a Associação Médica Brasileira (AMB). Formada por deputados e senadores, a FPMed será uma organização política dentro do Congresso Nacional para tratar dos temas relacionados à Medicina.

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“Isso representa um avanço considerável para a medicina e a área da saúde, que era a única que não tinha uma representação parlamentar organizada no País. Embora haja vários médicos parlamentares, eles estavam dispersos e agora estarão mais coesos, o que deve nos levar a avançar nas conquistas”, disse Lafayette.

O deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM/MS), um dos líderes do movimento, abriu a reunião fazendo um panorama dos entraves políticos que a Medicina vem enfrentando nos últimos anos e a necessidade de a categoria se organizar de forma objetiva e consistente. Ele mencionou o Mais Médicos e a abertura indiscriminada de faculdades de medicina.

Ao final da reunião, todas as entidades aprovaram a criação FPMed e indicaram representantes da Conselho Nacional de Medicina, Associação Médica Brasileira, Federação Brasileira de Academias de Medicina, Associação Nacional dos Médicos Residentes, três sociedades de classe e dois sindicatos. O lançamento da frente ficou marcado para 18 de outubro, na semana de comemoração ao dia do Médico.

MÉDICO JOVEM

Também em Brasília, Lafayette Monteiro participou, na quinta-feira, do I Fórum Nacional de Integração de Médico Jovem, do Conselho Federal de Medicina (CFM). A proposta do Fórum foi discutir os problemas de saúde física e mental do médico observados desde a faculdade e a residência médica.

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“A depressão e a privação do sono são os mais significativos problemas que afetam os residentes e têm sido considerados, respectivamente, como a principal reação ao treinamento e um dos mais importantes fatores estressantes. A privação do sono poderá levar comprometimento do desempenho clinico, maior incidência de erros e aumento do tempo necessário para exercer tarefas”, alertou o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Antônio Martins.

Com informações da: Assessoria de Comunicação do deputado Mandetta e Imprensa CFM

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