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Reforma trabalhista e financiamento de sindicatos médicos serão debatidos em setembro pela FMB

A diretoria executiva da Federação Médica Brasileira (FMB) realizou reunião, na última sexta-feira, 4, em São Paulo, que debateu, com os dirigentes da entidade e representantes de sindicatos de base, temas importantes para a atividade médica em todo o país, bem como assuntos relacionados à atividade sindical principalmente após a aprovação da reforma trabalhista.

“Novamente avançamos em posicionamentos e programamos atividades que alavancam a visibilidade e a credibilidade às quais Nos propusemos desde que assumimos a missão de criar a FMB. O trabalho é árduo e intenso tendo em visto os vários enfrentamentos que temos pela frente. Estamos em um grupo disposto a avançar”, comenta Waldir Araújo Cardoso, presidente da FMB.

Um dos enfrentamentos dos sindicatos está relacionado ao financiamento. Com o fim da contribuição sindical, algumas entidades demonstram preocupação para a manutenção das atividades disponibilizadas aos médicos atualmente. Para debater essa questão e também a negociação coletiva de trabalho e a terceirização, está confirmado para ser realizado em Florianópolis, o dia 22 de setembro, o fórum Impactos da Reforma Trabalhista no Movimento Sindical Médico.

Também foi discutida na reunião, a elaboração de uma carta sobre a situação dos hospitais universitários e debatidos os pontos da pauta da reunião com o ministério da Saúde e com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que serão realizadas em agosto.

Sobre as próximas atividades da FMB, ficaram estabelecidas as primeiras linhas sobre ações para o Dia do Médico e ações que podem ser realizadas no primeiro semestre de 2018 em parceria com as demais entidades médicas nacionais.

Os dirigentes debateram ainda a representação sindical, que tem como propósito ampliar a participação dos sindicatos na FMB e foi apresentada a versão final do portal transparência.

Antes de concluir o evento, os dirigentes debateram as pautas locais como carga horária excessiva dos médicos, o tele atendimento, entre outros.

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