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Sindmepa Informa – 03.01.2016

UM ANO COM MAIS SAÚDE

Esperamos que este ano que se inicia seja verdadeiramente melhor para os brasileiros em todas as áreas de atuação, em especial na saúde, para que tenhamos menos pessoas morrendo nas filas de espera, nas filas de leito, de transplantes e mais saúde física e mental para todos. Muita força pra gente!

HOSPITAL OTÁVIO LOBO

O Hospital Oncológico Otávio Lobo continua funcionando parcialmente, com vários serviços ainda inativados. O pior é que ficam dependendo do Ofir Loyola, sempre lotado, para suprir essas necessidades. As denúncias do Sindmepa a respeito da licitação conduzida para dar deserta confirmaram-se. Em consequência, já estão contratando médicos via pessoa jurídica, concretizando a chamada pejotização da saúde, cuja denúncia vamos encaminhar ao processo que tramita no Ministério Público do Trabalho. Isso confirma que a Pró-saúde mentiu ao dizer que não ia pejotizar os médicos.

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Sensível ao momento econômico financeiro que assola o país e que repercute na categoria médica do serviço público e privado, a diretoria colegiada do Sindmepa aprovou a manutenção dos mesmos valores associativos e de contribuição sindical praticados em 2015 para 2016. É nossa contribuição para minorar a crise.

CALOTEIROS DE PLANTÃO

Colegas que prestaram serviços para Abaetetuba avisam que estão com pagamento atrasado desde outubro. Sem previsão para este ano e, sem que ninguém dê satisfações. Capanema e São Miguel do Guamá também são apontados como municípios que deram calotes. Olho neles!

DEMISSÕES MARABÁ

Vamos questionar na justiça a forma e o tratamento dispensado aos médicos de Marabá, sumariamente demitidos do Hospital Municipal após denúncias de falta de condições de trabalho por falta de estrutura na UCE. As demissões ferem o estado democrático de direito e se constituem constrangimento ilegal passível de indenização. Estas denúncias recebidas pelo Sindmepa dos médicos de Marabá foram encaminhadas para o Conselho Regional de Medicina solicitando apuração.

PLANTÕES

Entra ano e sai ano e se repete o drama de gestores de hospitais, unidades de saúde e prontos-socorros, tanto na capital quanto no interior do estado, para preencher as escalas de plantão de médicos para o fim de ano. É que o sistema público não dispõe desses profissionais no quadro para repor os que se aposentam. Claro, os motivos de tanto desinteresse são bastante conhecidos. Remuneração inadequada, falta de PCCR, condições péssimas de trabalho no sistema público, e por aí vai.

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