Afiliado a:

Sindmepa Informa – 24.09.2017

FÓRUM

O Sindmepa se fez presente ao Fórum: Os impactos da Reforma Trabalhista no Movimento Sindical Médico, evento de suma importância diante do cenário político brasileiro. O sindicato entende que reformas são necessárias, mas não exatamente como estão sendo propostas, com claros prejuízos à classe trabalhadora. O Fórum foi promovido pela FMB, em Florianópolis.

ESCALPELADOS

A criação de uma espécie de selo do bem foi a forma encontrada pela comissão estadual de combate ao escalpelamento para premiar municípios com registro zero de casos de acidentes desse tipo. Reunidos esta semana no Sindmepa, os membros da comissão também discutiram os resultados das ações da semana estadual de combate ao escalpelamento e a próxima campanha a ser deslanchada, no período do Círio, quando há um aumento substancial no transporte de pessoas pelos rios do estado.

AÇÃO CIVIL

Provocado pelo Sindmepa, o Ministério Público do Estado ajuizou Ação Civil Pública para apurar as irregularidades encontradas no funcionamento dos Caps Ad e Caps III, gerenciados pelo município de Belém. Segundo comunicado do MPE, as irregularidades denunciadas pelo sindicato continuam. A Promotoria solicitou à justiça a juntada das informações de conteúdo probatório enviadas pelo sindicato, requereu o prosseguimento da ação e a condenação do município de Belém.

PLANO POPULAR

O Ministério da Saúde voltou esta semana a se posicionar favoravelmente à venda dos chamados planos de saúde populares no Brasil, com o argumento de que o aumento do acesso privado, permite ao SUS oferecer um melhor atendimento a quem não pode pagar por um plano. Em nosso entendimento, a proliferação desses planos não qualificados ao atendimento público só vai prejudicar ainda mais o usuário do SUS, jogando as despesas de internação para o Sistema Único. Assim não vale.

MESA DE NEGOCIAÇÃO

A Mesa Unificada de Negociações do SUS, composta por 17 sindicatos e 17 gestores estaduais, não tem conseguido atingir seu objetivo básico, o de Negociar. O problema é que os gestores se recusam a participar das reuniões, inviabilizando as negociações. Temas como terceirização e o novo organograma prometido pela Sespa para implantação do PCCV, continuam na mesma. Os sindicatos farão reunião de trabalho, vão pautar o assunto no Conselho Estadual de Saúde e, se preciso, recorrer ao MPE para que a Mesa funcione de fato. Urge que se estabeleça um canal de diálogo para se discutir remuneração e condições de trabalho dos servidores estaduais.

Deixar um comentário