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Sindmepa Informa – 30.07.2017

CONVENÇÃO COLETIVA
O Sindmepa e o Sindesspa assinaram uma Convenção Coletiva de Trabalho para o setor privado, vigente no período de 1º de maio 2017 a 30 de abril de 2018. O documento garantiu que o salário da categoria deve ser reajustado, em 4% no mês de maio sobre o salário de abril de 2017, para quem recebe acima do piso. As diferenças salariais referentes aos meses de maio, junho e julho, serão pagas em agosto. O piso salarial ficou fixado em R$ 3.130,00 e as partes firmaram o compromisso de, em janeiro de 2018, voltarem a negociar o piso salarial médico. Os reajustes ficaram acima dos índices inflacionários.
COOPANEST
Anestesiologistas da Coopanest estão indignados com os planos de saúde que dificultam ao máximo a liberação de guias do anestesista para procedimentos endoscópicos. A ideia, que visa fazer economia com as despesas com honorários do médico anestesiologista, é incentivar o endoscopista a fazer a “sedação”, assumindo todos os riscos inerentes ao procedimento. Desde já o Sindmepa coloca a assessoria jurídica à disposição da defesa dos anestesistas e endoscopistas e os orienta a não aceitarem essa imposição dos planos de saúde.
DIEESE
O DIEESE e as Centrais Sindicais realizaram na última quinta-feira, 27, a 14ª Jornada Nacional de Debates – Reforma Trabalhista, no auditório do Sindmepa. O encontro discutiu os prejuízos da reforma trabalhistas sobre as relações de trabalho e as formas de organização sindical. Com as perdas de direitos sociais, a meta da centrais é garantir um calendário de campanhas salariais que faça frente aos desmontes do governo.
EM DEFESA DA MEDICINA
O Sindmepa repudia as recentes declarações dadas pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, contra a categoria médica. Reafirmamos o compromisso dos profissionais médicos com a medicina de qualidade que muitas vezes é impedida de ser exercida, pois as péssimas condições de trabalho proporcionadas pela incompetente gestão do ministério da saúde tem sido uma realidade constante nas unidades do SUS.
UPAS BELÉM
Uma recente reportagem, publicada no Jornal Hoje, mostrou o descaso que a saúde de Belém vem sofrendo com as obras das Upas da Marambaia, Terra firme e sacramenta paradas. A Sesma se justifica alegando atraso no repasse de verba do Ministério da Saúde. Já o ministério da Saúde, afirma que o repasse depende da comprovação do andamento das obras.  No meio desse imbróglio em que não se sabe quem está mentindo, quem fica prejudicado é o usuário do SUS com três obras de fundamental importância para o atendimento das Urgências e emergências paradas.

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