O Sindicato dos Médicos do Pará (SINDMEPA) representará a categoria médica e a região amazônica na COP30, com o painel “Saúde na Amazônia e Ação Climática: Conexões para a NDC Brasileira no Contexto Global”. O evento destaca como as mudanças climáticas têm impactado diretamente a saúde da população amazônica e propõe soluções integradas entre saúde, meio ambiente e justiça social.
A Amazônia é uma das regiões mais vulneráveis aos efeitos do aquecimento global. O aumento de doenças transmitidas por vetores, agravos respiratórios, insegurança alimentar e desnutrição são alguns dos desafios enfrentados por populações urbanas e ribeirinhas.
“Cuidar da Amazônia é cuidar da vida. A crise climática é também uma crise de saúde. E é nosso dever, como médicos, defender políticas que garantam justiça climática e proteção à saúde das populações mais vulneráveis”, afirma a direção do SINDMEPA.
O painel, que reúne gestores, especialistas, médicos e lideranças comunitárias, propõe a inclusão do eixo “Saúde e Clima” na Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) brasileira, a criação da Rede Amazônica de Saúde Climática e o fortalecimento da governança participativa.
Entre os participantes estão: Lycia Brasil (Médicos Sem Fronteiras), Dr. Eduardo Amoras, diretor de Comunicação do Sindmepa, e João Amorim de Oliveira, líder comunitário ambiental.
A mediação será do Dr. Paulo Tomé de Lima Bronze, diretor da Federação Médica Brasileira (FMB).
Coordenação do painel: Hugo Oliveira, diretor do Núcleo Acadêmico do Sindmepa.
Para o SINDMEPA, participar da COP30 é um marco histórico, reafirmando o compromisso da entidade com a defesa da saúde, da sustentabilidade e da justiça climática.



