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Sindmepa Informa – 17.02.2013

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AUDIÊNCIA IDESMA

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) marcou para amanhã (18.2) a audiência de conciliação entre médicos que atendiam no Metropolitano e o Idesma. Ao deixar a administração do hospital, a empresa encerrou contrato com cerca de 120 médicos, mas a homologação da rescisão trabalhista passou do prazo fixado pela Lei, suscitando ação cautelar do Sindmepa contra o Idesma. Na audiência, além da multa contratual por atraso, serão discutidas as pendências das rescisões que ainda não foram homologadas. Até agora, só a metade dos médicos foi convocada para fazer a homologação das rescisões.

REUNIÃO DO COSEMPA

Será na próxima sexta-feira, 22, a primeira reunião do ano do Conselho Superior das Entidades Médicas do Pará (Cosempa), que reúne além do Sindmepa, a Sociedade Médico-Cirúrgica e o CRM. Na pauta, estarão a III corrida dos médicos, marcada para outubro deste ano; a reunião do Coreme; o Congresso Médico Amazônico, e o projeto Saúde Mais 10, que prevê a aplicação de 10% das receitas da união na saúde. A reunião começa às 13h, no prédio do CRM.

EMERGÊNCIA OU OPORTUNISMO?

Declarar estado de emergência para se beneficiar de recursos federais e burlar obrigatoriedade de processos de licitação está virando moda no Estado. Na semana passada, um município da ilha do Marajó decretou estado de emergência para a malária, mas foi contestado pela Sespa, que enviou relatório contrário ao Ministério da Saúde avisando que a situação está sob controle e não há razão para alarde. Já houve, inclusive na região, proposta indecorosa de aposentar aqueles que contraíssem malária. Se a moda pega.

FARMACÊUTICOS MÉDICOS

Como se já não bastassem as inúmeras panaceias do governo federal e Ministério da Saúde para levar médicos para o interior, como serviço civil obrigatório, flexibilização da revalidação do diploma de médicos estrangeiros, abertura indiscriminada de escolas médicas e Provab, agora são os farmacêuticos que se arvoram a exercer atividade médica. Querem prescrever medicamentos sem nenhum preparo para o diagnóstico, muito menos para o tratamento. Era só o que faltava.

ESCOLAS MÉDICAS

O sofisma de que abrir escolas médicas ou vagas no interior acaba mantendo o profissional no local foi por água abaixo em Santarém. Em 2012, a UEPA formou 40 médicos no município. Desses, somente três permanecem no local, assim mesmo fazendo residência. Se vão ficar em Santarém depois é uma incógnita. Agora é a UFPA que anuncia a abertura de 30 vagas em Medicina para Altamira e, com certeza, vai acontecer o mesmo. O que interioriza médicos são condições adequadas de trabalho e plano de carreira com remuneração digna. Ponto final.

ENSINO MÉDICO

O governo federal e o Ministério da Saúde estão sendo incoerentes quando dizem que faltam médicos, aumentando o número de escolas e vagas em medicina. Agora, vêm com mais uma novidade: querem aumentar o tempo do curso de medicina para 7 anos, incluindo na conta mais um ano de atendimento na Atenção Básica, ou seja, médicos ainda nem formados já estarão atendendo a população. É muita falta de respeito e seriedade com a população e com a categoria médica.

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Sindicato dos Médicos do Pará