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Posição do Sindmepa sobre violência obstétrica

Diante de frequentes pautas e reportagens sobre violência obstétrica que têm sido veiculadas na imprensa em geral, o Sindicato dos Médicos do Pará divulga sua posição com relação ao assunto como forma de contribuir para o debate:

Posição do Sindmepa sobre violência obstétrica

O Sindmepa entende que discutir a saúde da mulher é de fundamental importância para melhorar a qualidade da atenção, mas tratar o assunto como violência obstétrica é totalmente inadequado e não contribui para o debate e resolução do problema, principalmente atribuindo ao médico todos os problemas, que supostamente podem ter sido causados pela equipe multiprofissional envolvida no atendimento.

Não compactuamos com o mal atendimento não só da mulher, como a de qualquer usuário do sistema de saúde, principalmente utilizando termos com xingamentos e humilhações.

Quanto aos procedimentos médicos com indicações científicas bem definidas como: cesariana, episiostomia e outras, as entidades médicas e as sociedades de especialidades precisam ser ouvidas para o aperfeiçoamento da atenção à saúde.

É bom lembrar que a cesariana, episiotomia e outras técnicas, procedimentos e medicações não devem ser utilizadas de forma aleatória ou quando não indicadas, mas, não podem ser classificadas como violência, pois possuem fundamentos científicos que buscam garantir o bem estar à vida da gestante e do recém-nascido, levando em consideração também nos tempos atuais em que gestantes estão submetidas à alimentação inadequada, vida sedentária, sobrepeso, baixa idade e outros condicionantes que dificultam uma gestação a termo.

Diretoria colegiada

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