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A Pedra Verde é relançado em grande estilo

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Um dia para recordar e também para comemorar a vida. Assim poderia se resumir o dia do relançamento do livro A Pedra Verde, do médico, escritor e compositor Alfredo Oliveira. O lançamento da segunda edição do livro, na manhã do último sábado (18), no salão nobre da Faculdade de Medicina do Pará, 30 anos depois da primeira edição, foi uma homenagem do Sindicato dos Médicos do Pará e do laboratório Biodiagnóstico ao médico veterano, com grandes serviços prestados à medicina do Estado, e também ao centenário da velha Faculdade, por já onde já foram formados 8.768 médicos, segundo o diretor da instituição, Silvério Savino Neto.

Ex-alunos, amigos do autor e associados do sindicato, além de alguns acadêmicos compareceram ao lançamento, que também contou com a presença de personagens mencionados no livro, como o médico ginecologista José Maria de Abreu e a médica Maria Ieda Sizo de Oliveira, esposa do escritor, que também era acadêmica na época em que o livro foi escrito. Cada um a seu modo levou um abraço a Alfredo Oliveira, que já está em seu 13º livro impresso e confessou que não pretende lançar mais nenhum outro, embora tenha ainda obras inéditas. “Eu tenho quatro livros escritos, inéditos. Mas como a publicação dá muito trabalho, acho que vou deixar isso aí para os filhos se encarregarem de fazer”, afirmou.

Alfredo Oliveira e sua esposa, médica, Maria Ieda Sizo de Oliveira

Dr Alfredo Oliveira e o médico ginecologista, José Maria de Abreu

 

 

 

 

 

 

Alfredo Oliveira disse que o momento foi de grande emoção para ele:  “Primeiro, porque foi inesperado. Eu não estava esperando que surgisse uma segunda edição do meu livro ainda comigo em vida. E tem também o prazer de eu ter tido possibilidade de fazer algumas correções para ela ficar melhor. Sem falar na satisfação de saber que as pessoas que lerem o livro vão ter conhecimento de como era feito o curso médico naquela época que, logicamente, muita coisa mudou”.

Quer saber mais?
  • Veja a galeria de fotos do evento: http://bit.ly/2LYWQhd
  • Leia o que algumas pessoas disseram sobre o lançamento:

“A iniciativa do Sindicato é uma homenagem dupla. Primeiro celebrar com algo perene, que é um livro, os 100 anos da Faculdade de Medicina e também com a mesma iniciativa homenagear o autor do livro, Dr Alfredo Oliveira, médico, compositor, escritor de vários livros, dirigente de várias entidades médicas, da Sociedade Médico-Cirúrgica, do Sindicato dos Médicos, da Federação Nacional dos Médicos e presidente do Conselho Regional de Medicina. Não só médico, mas uma liderança médica, alguém que tirou do seu tempo para trabalhar e defender os médicos e a medicina. Reconhecido em todas as áreas que atuou e, portanto, foi uma oportunidade que nós tivemos para com a reedição do seu livro A pedra verde, que trata da faculdade, de também homenageá-lo. Uma honra muito grande para nós. Temos certeza que demos uma contribuição importante nas comemorações dos 100 anos da Faculdade, bem como homenageamos alguém que é um dos expoentes da nossa categoria no estado do Pará”. (dr Waldir Cardoso, diretor do Sindmepa).

“Achei importante o lançamento do livro aqui na faculdade porque é um livro de um ex-aluno, uma pessoa importante na comunidade médica, que exerceu várias funções importantes e que está relançando um livro sobre a faculdade de medicina. Então é um capítulo da nossa história que está sendo resgatado. Então é importante para nós, principalmente neste ano em que comemoramos nosso centenário”. (Silvestre Savino Neto, diretor da Faculdade de Medicina do Pará)

“O livro é um recorte de época. Muito mais do que as memórias do Dr Alfredo, ele coloca a Faculdade no mapa da grande literatura, através das memórias dele. A partir da faculdade de medicina ele lembra toda a sociedade de Belém naquela época. É fantástico você ver como era a cidade, como é que eram as pessoas, como era a faculdade de medicina, como era o ensino médico, as lutas estudantis para a criação da universidade, as lutas políticas no Pará entre Barata e Assunção e tudo que aconteceu no Brasil. Então, nesse centenário é o que vai ficar. Então, trazer esse livro de volta, nessa data especial, é uma coisa que o Sindicato dos Médicos teve a lucidez de fazer e vai ficar”. (José Maria Abreu Junior, médico e escritor)

“Eu vejo com profunda alegria e admiração essa homenagem ao Alfredo por tudo o que ele representou na vida médica. Então, eu acho que é assim uma coroação da vida a ele como escritor e médico. (Maria Ieda Sizo de Oliveira, esposa do autor).

Como é um livro de memórias, fala sobre uma geração que eu achei super interessante vir prestigiar e também ter o livro pra conhecer um pouco mais daquela realidade. Eu já li outros livros dele, o Belém-Belém e O Touro Passa e esse aqui eu ainda não tinha lido. Aí vim também para complementar o que eu já tenho em casa. Achei legal a homenagem ao dr Alfredo e também aos 100 anos da Faculdade, gostei muito”. (Luis Augusto, estudante de história da UFPA, 24 anos).

“Eu vejo a segunda edição desse livro com alegria imensa. Porque o dr Alfredo Oliveira foi uma liderança estudantil, liderança médica e hoje contemplar, depois de 80 anos, ainda produzindo e escrevendo, é uma festa maravilhosa que faz parte de uma festa maior que são os 100 anos da nossa faculdade. Este livro em especial é o período do diretório acadêmico, das lutas estudantis, numa linguagem memorialística muito gostosa da gente ler, se identificar, e poder viajar nessas lembranças do autor que nos fazem muito bem afetivamente e que também é um registro histórico para a posteridade”. (Dr Amauri Braga, médico escritor).

“Me dá uma felicidade enorme, uma alegria grande de ver que ele ainda está em plena consciência, sabe o que está fazendo, sabe o que está dizendo e tá mostrando o que sempre foi. Uma pessoa inteligente, cordato, que sabe das coisas e sabe informar as coisas”. (Dr José Maria Abreu, ginecologista, 85 anos, personagem do livro).

“Dr. Alfredo foi meu professor, alguém que sempre me ajudou, principalmente quando eu cheguei ao lado dele no Conselho Regional de Medicina. É uma situação ímpar ter um médico, compositor, escritor, humano muito humanista com serviço público e com a saúde pública. Me sinto muito feliz por Deus ter me dado condições de estar aqui para representar a nossa Faculdade, estar presente como membro de todo esse envolvimento, de todo esse cenário, dos 100 anos da nossa Faculdade de Medicina”. (Jorge Oliveira Vaz, 62 anos, ginecologista, médico maratonista).

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