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Recomendações aos jornalistas que estão trabalhando na cobertura da Covid-19

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A infecção pelo SARSCOV-2, o novo coronavírus, que causa a doença COVID-19, deve ter medidas de prevenção de todos incluindo os profissionais da comunicação. Por isso, a dra Helena Brígido, médica infectologista, que é diretora do Sindmepa, relacionou algumas dicas para a categoria que também se arrisca para abastecer a população de informações corretas sobre a transmissão do coronavírus. Confira abaixo:

– Não participar de entrevistas coletivas presenciais.

– Sempre que possível, fazer home office.

– Não cumprimentar o entrevistado com aperto de mão ou outra aproximação.

– É importante manter uma distância mínima de 1,5 metros entre o entrevistador e entrevistado, assim como de toda a equipe de jornalismo, independentemente se é caso suspeito, confirmado ou descartado do novo coronavírus. Nos dois primeiros casos, o entrevistado deve usar máscara.

– Só utilizar máscaras no momento da reportagem devido à possibilidade de contágio. Não é necessário circular com máscaras quando não estiver em entrevista direta.

– As máscaras a serem utilizadas são do tipo cirúrgica (brancas) e devem ser trocadas, mesmo que aparentemente limpas, a cada duas horas.

– O microfone a ser utilizado deve ser entregue na mão do entrevistado. Se for mais de um entrevistado ao mesmo tempo, usar dois microfones.

– Não encostar em nenhum objeto e não pegar em maçanetas, corrimão, etc, utilizando para isso papel ou outro material que possa descartar.

– Dar preferência para entrevista por WhatsApp, telefone ou recebimento de vídeo selfie.

– No local de trabalho, sede da empresa, manter distância de colegas e, de acordo com orientação federal, reduzir o número de funcionários para trabalhar concomitantemente.

– Manter arejado o espaço de entrevista, preferencialmente ao ar livre.

– O transporte de reportagem deve ser com carro de janelas abertas.

– Ao final de uso de microfone, usar álcool a 70% para desinfecção.

– Sempre que tocar em algum objeto, lavar a mão com água e sabão e, em seguida, uso de álcool em gel.

Helena Brígido – médica infectologista

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