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Doença tropical é tema de livro de médicos pesquisadores paraenses

Lagoquilascaríase humana e animal com enfoque na Amazônia. O nome parece estranho para quem não é da área médica, mas é isso mesmo. A Lagoquilascaríase é uma zoonose incomum decorrente do parasitismo por Lagochilascaris minor, um tipo de verminose descrito pela primeira vez na região amazônica em 1978, caracterizado pelo aparecimento de tumoração em região de cabeça e pescoço. O Estado do Pará hoje concentra mais da metade dos casos de todo o mundo.

Especialistas no assunto, os médicos Raimundo Nonato Queiroz de Leão, Habid Fraiha Neto e Aline Carralas Queiroz de Leão, abordam o tema no livro “Lagoquilascaríase humana e dos animais domésticos e silvestres”. A obra comemorativa celebra os 110 anos da descoberta do gênero Lagochilascaris e foi editada pela Samaúma Editorial, em coedição com a Sociedade Paraense de Infectologia, que este ano comemora 40 anos.

Com foco nos indivíduos da Amazônia, o livro trata sobre a gravidade e a elevada letalidade da doença, com relatos de experiências vividas pelos autores no trato de pacientes. A obra ainda adverte para a prevenção, que depende de bons hábitos alimentares relacionados ao consumo de carne bem cozida de mamíferos como cutia e tatu.

Devido à pandemia, o livro não teve evento de lançamento presencial, mas já está disponível na editora Samaúma. Além de reunir o maior conjunto de casos da doença, o estudo mostra que a lagoquilascaríase parece ocorrer exclusivamente na América tropical.

Serviço:

  • Livro “Lagoquilascaríase humana e dos animais domésticos e silvestres”
  • Local: Editora Samaúma Editorial – Rua Antônio Barreto, 1235
  • Horário: Devido à pandemia, o horário comercial da editora segue das 9h às 12h, de segunda a sexta-feira.
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