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Três cidades do Pará estão entre as de maior prevalência da Covid19, aponta pesquisa

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A Universidade de Pelotas divulgou nesta semana a quarta fase da pesquisa Epicovid19-Br, que alcançou 33.250 pessoas de 133 cidades brasileiras, se constituindo na maior pesquisa sobre o coronavírus já realizada no Brasil ao longo da pandemia. Os dados confirmam a desaceleração da epidemia na maior parte do País, mas profissionais de saúde alertam que as medidas de distanciamento e cuidados não devem ser relaxados para evitar uma segunda onda, a exemplo do que vem ocorrendo em alguns países da Europa.

A pesquisa confirma dados observados nas fases anteriores como o maior percentual de infecção localizado nas regiões Norte (2,4%) e Nordeste (1,9%). No Sul, Centro-Oeste e Sudeste, o percentual de infecção ficou em 0,5%. Entre as dez cidades com maior prevalência da Covid estão três do Pará: Santarém (6,4%), Altamira (5,2%) e Breves (4,4%). Belém aparece em 19º lugar, com percentual de infecção de 2,4%.

Ao contrário do que se pensava no início da pandemia, a pesquisa mostra que os anticorpos detectáveis pelo teste duram apenas algumas semanas. Mas isso não significa que os indivíduos deixem de estar protegidos, pois seus organismos guardam a memória imunológica para produzir anticorpos rapidamente, em caso de nova infecção. Os números não indicam uma possível “imunidade de rebanho”.

A pesquisa também mostra que a pandemia cresceu mais entre as crianças e idosos e caiu entre adultos. Confirma maior chance de infecção entre pretos e pardos e indica uma redução entre indígenas.

ALERTA

Mas apesar de apontar desaceleração do contágio, profissionais de saúde recomendam cautela à população. “Não podemos esquecer que a pandemia continua e temos que reforçar as medidas básicas de proteção, como distanciamento, uso de máscara e lavar as mãos com frequência”, alerta o diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso. Ele destaca que países como a França, Espanha e Reino Unido experimentam uma segunda onda neste momento e devemos aprender com a experiência dos outros.

A pesquisa da Universidade de Pelotas foi realizada nos períodos de 14 a 21 de maio, 4 a 7 de junho, 21 a 24 de junho e a última fase, de 27 a 30 de agosto. Para acessar o texto completo da UFPEL, clique em https://bit.ly/3hEeqS9.

Com informações do Portal UFPEL

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Sindicato dos Médicos do Pará