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Profissionais de saúde serão os primeiros vacinados em Belém

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Após a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, aprovar o uso emergencial das vacinas CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fiocruz, o prefeito Edimilson Rodrigues informou que a vacinação contra a covid-19 em Belém vai começar pelos profissionais de saúde.

Em entrevista concedida logo pela manhã, o prefeito de Belém confirmou que as doses da vacina coronavac destinadas à capital serão disponibilizadas, a princípio, para imunizar médicos, enfermeiros, técnicos, agentes de saúde e agentes de combate às endemias, maqueiros e todos aqueles profissionais que trabalham com a saúde, na esfera pública e privada.

O prefeito ressaltou ainda a redução das doses enviadas ao Pará pelo governo federal. Antes estavam prometidas 320 mil doses para o estado, mas a entrega foi reduzida para 124 mil doses. Belém, que receberia cerca de 48 mil doses teve o número de doses reduzidas para cerca de 20 mil. Com isso, a imunização teve que ser reduzida aos profissionais da área de saúde. Ainda segundo o prefeito, a vacinação dos profissionais ocorrerá em seus locais de trabalho.

Hoje o Governador do estado do Pará, Helder Barbalho esteve em São Paulo para receber as primeiras doses das vacinas destinadas ao estado. Segundo o governador, além das 124.560 doses de Coronavac disponibilizadas inicialmente ao Pará, o estado receberá 48.680 vacinas que serão destinadas exclusivamente à população indígena. Logo o Pará receberá 173.240 doses do imunizante para os grupos prioritários, foco da primeira fase do Plano Nacional de Vacinação.

“A iniciativa de os profissionais de saúde serem prioridade é logica, pois são os que estão frente a frente com o vírus. Então aqueles que estão nas Unidades de Saúde, nos hospitais estão expostos, eles merecem serem os primeiros vacinados. Nós precisamos vacina-los inclusive porque precisamos deles para o atendimento aos pacientes. Não podemos prescindir essa mão de obra qualificada e experiente com a doença. Portanto, nós precisamos protege-los o mais rápido possível para poder garantir o atendimento àqueles que venham a se infectar”, disse o diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso.

Em reunião virtual realizada na semana passada com a presença de mais de 100 prefeitos de municípios da Frente Nacional de Prefeitos, o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello garantiu que o Brasil deve adquirir mais 38 milhões de doses da vacina, distribuindo para os municípios brasileiros.

Com informações de Agência Belém

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Sindicato dos Médicos do Pará