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Santa Casa não dá respostas a médicos do hospital sobre GAC

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O Sindmepa ainda aguarda resposta da presidência da Santa Casa de Misericórdia sobre os ofícios enviados à Fundação requerendo a institucionalização da Gratificação de Alta Complexidade (GAC). A apresentação de projeto de lei para assegurar o pagamento por lei da GAC foi uma das reivindicações de médicos da Santa Casa que paralisaram atividades no ano passado. Após audiência com o presidente da Casa, o movimento foi suspenso, mas desde julho do ano passado o Sindmepa aguarda uma sinalização da entidade, enviando sucessivos ofícios, mas até agora não obteve resposta.

Na próxima quinta-feira, 14, os médicos da Santa Casa se reúnem em Assemblei Geral para discutir providências sobre o assunto e outros problemas que a categoria enfrenta na Santa Casa.

Em ofício de julho de 2020, o Sindmepa requeria à FSCM: “Considerando a prática já instituída, o reconhecimento do merecimento e o fato da necessidade de legalizar a GAC, já que se constitui verba alimentar remuneratória, esperam os médicos, que o Estado do Pará e a Gestão da Santa Casa, possam empreender esforços, no sentido de apresentar projeto de lei que possa resultar na instituição definitiva da referida gratificação. São os termos em que pede e espera deferimento”.

Já este ano, em março, novo ofício solicita providências: “Reportamo-nos ao Of. SINDMEPA n. 144/2020, datado e protocolado nessa fundação em 30 de julho último, por meio do qual foi formalizado o pedido para que essa instituição e o governo do Estado apresentassem projeto de lei destinado a instituir a gratificação de alta complexidade (GAC)” e conclui: “considerando o tempo transcorrido e a ausência de informações sobre o encaminhamento dado ao requerimento, pedimos atualização sobre o estado em que se encontra e reiteramos a necessidade de diligenciar, com a presteza possível, a efetivação de medida tão essencial”.

Esta semana, o assunto foi debatido no Sindmepa e o pedido de providências está sendo novamente reiterado ao presidente da Santa Casa de Misericordia, Bruno Mendes Carmona. Os médicos da Santa Casa esperam explicações sobre o assunto e aguardam respostas da instituição.

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Sindicato dos Médicos do Pará