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Ministério da Saúde divulga orientações aos profissionais de saúde sobre nova varíola

O Ministério da Saúde divulgou na última quinta-feira, 14, uma nota técnica para orientar as equipes de atenção primária à saúde sobre a Monkeypox, conhecida como varíola dos macacos. O documento informa sobre as características clínicas da doença, procedimentos a serem adotados na triagem e o tratamento adequado. Leia a nota técnica na íntegra: https://bit.ly/3yRGOuD

Aos profissionais de saúde é recomendado o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) e aos pacientes é indicado o isolamento. O Ministério recomenda ainda ampla divulgação das informações pelos gestores locais e as secretarias de saúde.

Segundo a nota, para evitar que haja um estigma e ações contra os primatas não humanos optou-se por não denominar a doença no Brasil como varíola dos macacos. O reservatório natural ainda está sendo investigado, principalmente os pequenos roedores. Assim, apesar do estrangeirismo, uma tentativa de solucionar a situação foi a de usar a denominação dada pela Organização Mundial da Saúde, Monkeypox, evitando ações contra os animais.

Sobre a doença

A enfermidade é causada pelo monkeypox, vírus que pertence ao gênero orthopoxvirus da família Poxviridae, e é considerada uma zoonose. A transmissão ocorre pelo contato com uma pessoa infectada e com lesões de pele.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, este contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo paciente infectado.

Os sinais e sintomas iniciais incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A detecção de linfadenopatia é uma característica clínica importante, auxiliando no diagnóstico diferencial entre MPX e outras doenças.

Atualmente não há tratamento específico, mas os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. Contudo, o maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

Com informações de Agência Brasil

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