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Um dia para celebrar as mulheres médicas

Na data em que se comemora o Dia da Mulher Médica, o Sindmepa não poderia deixar de parabenizar todas as médicas paraenses e relembrar a inspiradora história da primeira mulher a se formar em Medicina, Elizabeth Blackwell.

Nascida em Bristol, na Inglaterra, no início de 1800, Blackwell concluiu o curso nos Estados Unidos, após enfrentar uma série de batalhas contra o preconceito.

Na época havia poucas faculdades de medicina e nenhuma aceitava mulheres. Blackwell foi rejeitada em todos os lugares para os quais se candidatou. Acabou sendo admitida no Geneva College, na zona rural de Nova York.

Enfrentando discriminação e obstáculos na faculdade, conquistou o respeito de professores e colegas de classe, graduando-se em primeiro lugar, em 1849.

Blackwell fez treinamentos em hospitais de Londres e Paris. Persistindo, passou a enfatizar os cuidados preventivos e a higiene pessoal, reconhecendo que os médicos causavam epidemias por não lavarem as mãos ao examinarem os pacientes.

Em 1851 voltou a Nova York onde abriu uma pequena clínica para tratar mulheres pobres e, em 1857, a “Enfermaria de Nova York para Mulheres e Crianças” com sua irmã, Emily Blackwell, segunda médica a se formar na América.

Em 1868, Blackwell abriu uma Faculdade de Medicina em Nova York. Um ano depois, colocou sua irmã no comando e retornou a Londres, onde, em 1875, tornou-se professora de ginecologia na nova London School of Medicine for Women.

Ela também ajudou a fundar a National Health Society e publicou vários livros, incluindo uma autobiografia, Pioneer Work in Opening the Medical Profession to Women (1895).

Blackwell ostenta o honroso título de primeira mulher graduada em medicina por uma universidade nos EUA, bem como o de primeira mulher membro da “Ordem dos Médicos do Reino Unido”.
Com informações de Jornal do Médico

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