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Mulheres fortalecem o movimento médico e sindical no país

As mulheres serão maioria entre os médicos no Brasil a partir deste ano, segundo dados da Demografia Médica no Brasil, realizada pela Associação Médica Brasileira, em 2023. Logo se torna essencial que elas também ocupem mais espaço nos cargos de liderança, para garantir que os direitos da categoria sejam promovidos de forma igualitária entre todos os profissionais da área médica.

O fenômeno já vinha sendo observado desde 2009, junto aos novos registros em Conselhos Regionais de Medicina. Entre 2009 e 2022, o estudo mostra que o número de mulheres evoluiu de cerca 133.000 para aproximadamente 260.000, ou seja, dobrou na série histórica.

O crescente ingresso das mulheres na medicina também evidencia a importância da sua atuação no movimento sindical para promover e estimular pautas ligadas a igualdade de gênero. Ao longo dos anos, o Sindicato dos Médicos do Pará tem contado com a importante atuação das mulheres em sua diretoria colegiada, conselho fiscal e Núcleo Acadêmico.

A diretora do Sindmepa, Nástia Irina também atua fortemente no Conselho Municipal de Saúde de Santarém, reivindicando condições de trabalho, contratos e remuneração digna aos profissionais, além de lutar por melhorias nos serviços de saúde para a população. Para a médica especialista em saúde pública, a atividade sindical é um espaço fundamental para travar lutas em favor da igualdade.

“Um dos pontos que devemos considerar é justamente a paridade salarial, para que o movimento sindical estimule cada vez mais as empresas que contratam mão de obra médica, a pagar salários iguais para os profissionais que desenvolvem as mesmas atividades”, frisa.

A diretora geral do Núcleo Acadêmico do Sindmepa e do PedSolidária, Mariana Quaresma é a segunda mulher à frente do N.A. Assim como Nástia, ela também defende que a atuação das mulheres em cargos de liderança não deve ser meramente ilustrativa, mas sim combativa, no sentido de lutar por melhorias de vida para outras mulheres através de seus cargos.

“Eu comecei a me interessar pela luta estudantil quando estava no 9º ano, em 2016, ao concorrer para o Grêmio Estudantil da escola e acabei sendo reeleita em 2017. Acredito que ter uma estrutura para exercer cargos é fundamental, não só para ocupar um cargo, mas para poder transformar vidas a partir disso”, resume.

O Sindmepa ressalta que a presença feminina fortalece cada vez mais a medicina.

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